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Isso precisa sair daqui.

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Faz tempo que eu não escrevo nada de que eu goste e isso aqui não vai ficar bonito também. A correria tá grande. É trabalho de diagramação e rádio pra entregar, algumas coisas das outras matérias e constantemente eu paro durante as aulas e me pergunto porque eu to ali ouvindo todas aquelas coisas que os professores dizem e não fazem sentido. Minha cabeça tá trabalhando num outro ritmo que não permite perda de tempo, e professores falando de dejetos que deveriam ser aproveitados e de Fórmula 1 são assimilados como tempo que eu poderia gastar diagramando ou fazendo meu trabalho de rádio.

E olha, eu sei que eu reclamo e da minha pré-disposição para ser drama queen. E eu até tenho reclamado menos ultimamente. Sério, to tentando fazer isso, porque melhora as coisas. Pelo menos um pouco. É que depois de muito tempo útil de vida reclamando horrores de tudo, a gente percebe que simplesmente não adianta. Reclamação ainda não é coisa que faz problema sumir. Acho que nunca vai ser assim.

O que eu quero dizer com esta porcaria toda é: apesar de toda a chatice, eu gosto do que eu faço. E sinceramente, acho pretensão demais esperar que todo o curso fosse aquela coisa meio férias, tipo o ano passado. Sério, eu posso reclamar, xingar e querer sair correndo quando eu penso que meu trabalho de rádio é pra quinta-feira e eu não escrevi uma letra, mas se eu ainda to aqui, gastando o dedo pra diagramar e gravando locuções com essa voz de apresentadora da TV Globinho, é porque alguma graça essa coisa toda tem. Se eu quisesse ter vida fácil, largava tudo e arrumava um marido rico, mas sou cabeça dura demais pra isso.

Se eu realmente não gostasse do curso, ia reclamar até não me aguentar mais e aí a coisa fica feia. É que desde que eu vi que podia tomar minhas próprias decisões na vida – e meus pais me ensinaram a fazer isso desde cedo – percebi que se uma coisa não faz a gente feliz, é melhor largar mesmo e começar tudo de novo, por piores que sejam as consequências e por mais que  fazer isso seja cada vez mais difícil quando a gente vai crescendo.

Precisava dizer tudo isso aí.

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Uma resposta »

  1. De fato, não sinto muita falta do segundo ano.

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