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[Better believe it]

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No meio dessa bagunça, de todos esses sentimentos espalhados pelo vazio, eu vivo me deparando com momentos confortáveis, aconchegantes, quentinhos, cheios de sorrisos e raios de sol, como se só existissem aquelas manhãs frias e iluminadas de céu azul no gramado do colégio do lado da Flor preferida.

No meio desse amargor que uma hora a gente vê na vida, tem uns abraços, sorrisos e gargalhadas, músicas e gente enchendo a sala de casa, o coração, a caixa de mensagens do celular.

E eu descobri o nome disso tudo. Descobri como chama quando a gente se sente bem, quando sabe que tinha que estar ali e se sente a pessoa mais feliz do mundo por isso. Descobri como se chamam aqueles abraços seguidos por longas conversas com amigos temporariamente sumidos e todas aquelas histórias que a gente conta na mesa de almoço, janta e lanche da tarde com as melhores pessoas do mundo.

Descobri que lar não é aquela construção com quartos, banheiros, cozinha e sala. Descobri que lar é onde tem um monte de carinho, onde tá tudo ótimo e nem precisa de muito pra ser assim.

[Em tempo: lar é quando sua prima te faz um interurbano assim, as onze da noite, às gargalhadas, pra contar um diálogo da novela e dizer que tá com saudade.]

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Uma resposta »

  1. Tu és raridade, capaz de trazer lágrimas aos olhos só de entrar aqui. Obrigada, Netinha. Te amo, sem mais.

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