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Shalalala

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Dia de fazer ou de ouvir vinhetas no laboratório de rádio é dia de alegria. Gostei de todas e fiquei com invejinha do pessoal do projeto acústico, que pôde pirar nas músicas, porque era a rádio revista. Se bem que quando eu era do projeto acústico do rádio jornal, que é bem mais sério, nós colocamos Heavy Cross pra tocar na vinheta de Cidades. Mas não é disso que eu quero falar.

Eu quero falar do revival de músicas dos anos 90 que rolou no laboratório ontem. Todas aquelas músicas de academia que provam por a mais b que os anos 90 são os anos 80 da década passada. Além das Spice Girls (do alto dos meus nove anos de idade, eu a-do-ra-va Spice Girls), do Vengaboys (my heart goes shalalalala shalala in the moooorning…) e, claro, da Macarena, que você já deve ter dançando em algum momento obscuro da sua vida.

E esse é só o começo, porque eu ainda nem comecei a falar do É o tchan!, do Netinho (Oh Miiiilaaaa…ops, acho que a Mila virou Milo, né), do grupo Carrapicho (bate forte o tamboooor) e toda essa infinidade de coisas zoadas que a galera dançava no verão. E como muito bem disse o Bruno, é por causa de tudo isso que hoje existe Restart. Que beleza.

Aí ontem rolou festa no Valentino. E é engraçado ir pra lá e não ver as pessoas da Terça Tilt, nem as pessoas estranhas (e por estranhas, leia-se sem os caninos)que vão na Terça Tilt só pra baixar na mulheradinha mais nova. Eu me diverti, conversei absurdos com a Desi e, como sempre, rolaram aquelas risadas de fazer sentar, porque NÉ? Além disso, é bom sair pra escutar música diferente e ver gente diferente.

E eu cheguei em casa as duas e meia da manhã, acordei as sete preparada pra enfrentar um DellaCombo. Chego lá de shorts, nesse puta calor, tomo CINCO picadas de inseto e tenho que lidar com outros trilhões voando pela UEL, pra descobrir que não vai ter aula. Tá certinho, Brasil.

Começou uma certa movimentação na casa, já que minha avó vem pra cá. Olhei umas coisas antigas e achei meus textos da oitava série. Joguei tudo fora. 1. Eu nunca ia ter paciência pra ler aquilo tudo. 2. Eu era chata demais e só a primeira frase de cada um me fez tremer de vergonha. Guardei uns dois textos meus e diversos bilhetinhos de amigos, cartas e papéis de zoação na aula. E só.

Eu tenho o carro, tenho a carteira e tenho o desespero. Só não sei o que fazer com tudo isso.

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  1. Ai, ai, ai, benzinha.
    Não vá encher a cara e dirigir. Esse é o conselho número 1.
    O número 2 é: arrume grana pra gasolina.

    E pronto. É isso aí. Se o governo brasileiro te deu permissão para dirigir, quem sou eu pra negar. HE

    Responder
  2. É isso aí Má! O mais difícil que é a carta e o carro vc já tem… o desespero, nem vem que já está passando vai…. mais uma treinadinha e pronto!

    Beijos, e saudades!

    Responder

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