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Never too old to rock!

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Eu fui uma criança meio diferente. Nasci com três irmãos mais de dez anos mais velhos que eu. Parte das minhas referências foi dada por eles. E nessa família maluca, as crianças são criadas no meio de todo mundo, na casa de todo mundo. E choram quando o almoço de domingo tem menos de dez pessoas.

E aí um monte de gente fez parte da minha criação. Além dos meus pais, claro, meus avós, tios, irmãos, primos e, no fim das contas, alguns amigos. Meu pai morreu uma semana antes do dia dos pais. Lembro de abraçar a Ju e dizer “Sabe, Ju, ainda bem que um monte de gente ajudou a me criar, assim eu posso abraçar todo mundo como se fosse meu pai”. Porque ele mesmo contribuiu pra que fosse assim. Ele também foi referência pra muita gente que ficou aqui do meu lado e vai estar sempre.

Você já deve ter percebido a essa altura, mas isso é pra você, que é uma das minhas tantas referências. Não só porque eu acordo escutando Clash, mas por todas as conversas, piadas, por toda a sinceridade e mais um monte de coisa. Valeu aí, bróder.

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  1. Você anda muito sentimentalzinha…
    Não precisa agradecer.
    Nós ajudamos a te criar exatamente pra ser assim, a melhor do todos nós.
    Fique bem aí e, quando precisar, é só gritar.
    Beijoca.

    Responder
  2. tá ligado pra qual “bróder” é isso aí, né?

    se bem que pode ser pra você também…

    Responder
  3. valeu, ma! li ontem cedo, mas estava entrando em sala de aula e resolvi agradecer mais tarde… qdo entrei, o portuga ja tinha me atropelado.. pensei: ufa, escapei de uma gafe… Kkkkkkkkk… abrax!

    Responder
  4. hahahahahah
    Claro que sei, né?
    É pro Cabeça de Repolho, que fez aniversário no dia da mentira.
    Só quis roubar o trovão dele. ahhahaha

    Responder
  5. Marina! que lindo teu texto. fazia tempo em que eu não te lia, mas sempre que leio eu gosto um monte. eu também tenho irmãos muito mais velhos que eu (tipo 20 anos), mas eles moram longe e de uma forma ou de outra eu sinto falta disso que você disse no texto – abraçar os outros como se fossem o meu próprio pai. fiquei sentimental! haha
    obrigada pelo comentário lá no correio. fico feliz de saber que você gostou do post – sei que você tem bom gosto! hahaha
    um beijo!

    Responder

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