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Da volta mulherzinha no centro.

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Já contei que as voltas pelo centro de Londrina me inspiram. É incrível como isso me faz bem. Ontem foi segunda-feira. Tá certo que essa semana acaba na quarta, então é como se a segunda fosse quarta, mas ainda assim, era segunda, depois de domingo, depois de um sábado hum…cansativo. Galera resolveu andar no centro de manhã, porque a Leka tava aqui e queria tomar vitamina da Sergipe. E eu também precisava de uma. E também precisava colar lá na Leo Cosméticos e ser mulherzinha.

Porque depois de adquirir um pigment da MAC (o Vanilla, maravilha brilhante que serve de sombra, iluminador e espanta a cara de zombie walk), eu resolvi comprar mais pigments. Ou coisas parecidas, porque não é todo dia que você gasta os tubos num potinho que é menor que seu polegar (mas que faz estragos caso você esqueça de tirar o excesso de pó do pincel). Aí eu comprei uma sombra asa de borboleta rosa, porque vi um video da Julia Petit fazendo uma maquiagem massa e eu ando curtindo essa energia de make colorida. Legal que a Leo Costméticos tá ampliando a variedade de maquiagem barata. Aí a pessoa sai testando na mão diversos batons, lapis, blushes, sombras e sai assim, toda linda colorida e brilhante. E só pra não perder o costume, aumentei minha coleção de esmaltes.

Aí tem uma coisa que eu sinto falta aqui em Londrina: uma loja que tenha TUDO de mulherzinha. Cosméticos, esmaltes, maquiagem, apetrechos, quinquilharias, bijouterias, acessórios, acessórios de cabelo e sobretudo grampos. Grampo, gente. Uma das coisas mais úteis que já inventaram. Prende cabelo, abre porta, funciona de broche e tudo mais que sua criatividade permitir. Mas galera não curte grampo. Tá. (Calma que minha tatuagem – já explico – tá coçando DEMAIS e eu não consigo pensar.) Tá, vou tentar continuar. Beleza, adquiri dois brincos de botão por 99 centavos, porque eu perco meus brincos. Não me conformo com o de lacinho que eu perdi na piscina. E eu já perdia brincos normalmente. Agora eu passo a tarde com headphones, que eu tenho que tirar correndo toda vez que o telefone toca ou quando alguém me chama. O brinco enrosca e eu perco a tarracha. Outro dia quase perdi o brinco, mas ele foi encontrado por uma pessoa bondosa que me devolveu. Outra coisa que nunca, nunca é demais é amarrador de cabelo. Perco tudo junto com os grampos. Não tinha dito isso antes, né? Eu perco grampos. E minha vó tá morando aqui com a gente, aí eu divido os meus com ela. Mas beleza, outro dia eu fui na feira da madrugada lá em São Paulo e renovei meu estoque de grampos. Lindo foi explicar pros coreanos o que era um grampo. “Glampo?” Aí o cara mostrava um tic-tac. -Não, não é de fechar (e eu fazia uns gestos bizarros e tentava procurar no meio das quinquilharias uma coisa parecida com um grampo). “Humm…glampo…no tem glampo, amiga”. Até que eu achei e acabei com o estoque da banca. Agora eu posso perder quantos grampos eu quiser.

E o inverno tá chegando. Isso significa que eu preciso renovar minha coleção de meias-calças. (O plural é esse mesmo, né?) Tem umas lindas de coração, risca atrás da perna, de bolinha…o difícil é achar tamanho. Tava comentando isso com a Ju e a Leka ontem, no nosso passeio. Tamanho de meia calça é tenso. E meia calça rasga fácil. E é quase impossível achar um tamanho extra grande mil para bundas enormes. Aí quando você acha, na primeira usada, esbarra em alguma coisa e lá se vai uma bela meia que você nunca mais vai achar igual e no seu tamanho.

Falando em tamanho, passamos num brechó. Em vários. Lembro que uma vez comprei uma camisa xadrez masculina, uma que eu adoro, mas eu tava com muita muita pressa e quando o dono do brechó me perguntou “que tamanho era meu namorado”, eu passei batido na pergunta e disse: “ah, do meu tamanho”. Aí tá. E um brechó tinha uma calça de veludo cotelê pink oi, Família Restart. Pela altura do cós, ela veio direto dos anos 90. Eu e a Ju tentamos arrumar um jeito de usar aquilo de um jeito massa, podia ser uma calça boyfriend e…eu fui experimentar. Hahahaha. Primeiro que tinha um espelho indiscreto do lado do provador e a Juliana teve que ficar na frente porque né? Não tamo podendo se exibir por aí. Segundo que pra variar, o bundão não entrou na calça. E a Leka comprou uma bata que era a cara dela.

Aí rolou passeio pelo Centro Comercial e eu nunca tinha reparado no tanto de cabelereiros que tem lá. Em um deles tinha até um cara careca. As manicures têm prateleiras que organizam certinho os esmaltes, o seo Gervásio ainda tá lá e tinha um pessoal no bar do Jaime logo as 10h30 da manhã.

Eu sei que a segunda-feira foi tão, mas tão legal e tão cheia de gente querida, que rolou até botecagem no fim do expediente. Obrigada a todos os envolvidos!

Isso aqui já tá imenso, mas agora tem a tatuagem. Queria fazer, ganhei de aniversário e fiz. O presente foi da Paula, minha primairmãamiga (Ju, Mari e My, vocês também são, ok? Haha.) E eu amei. E eu fiz isso porque tem a ver com uma coisa que eu vou carregar pra sempre. A frase é dos Beatles e quem escreveu em mim foi o Ivo.

Doeu um pouco só. É uma dor meio chata, mas suportável. Acho a dor de tirar sobrancelha com pinça mais irritante. Só que agora tá coçando. E eu não posso coçar. Mas tá coçando demais. Aí é isso. Já to até garrando amor no Bepantol.

Tinha acabado de fazer. Agora já não tá vermelha, tá cicatrizando. E COÇANDO!

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Uma resposta »

  1. Oi Ma… falando em dia mulherzinha… vc gostou do produto da MAC para limpar o pincel???.. espero que esteja curtindo….

    beijao… saudades!

    Responder

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