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There’s no place like home

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Depois de quase um mês fora de casa, é bom voltar. Adoro São Paulo e gosto de praia, apesar de toda aquela areia, mas nada é como minha Londrina. Tava com saudade de todo esse céu azul e até desse sol de rachar. Chegando aqui, depois de oito horas de viagem, abri o vidro do carro e senti o calor e o cheiro de café. Como dizia meu avô Fortunato: minha casa, minha brasa.

Tava com saudade da minha casa, de apertar o 11 no elevador, do meu chuveiro e da minha cama, que é o melhor lugar do mundo. Do meu armário, que é menos bagunçado que a mala que me acompanhou durante o último mês. Senti saudade da vista da minha varanda, da luz rosada que ilumina os prédios do centro no fim da tarde e do por do sol com quatro cores.

Ainda to com saudade de andar no centro e ficar olhando as pessoas – coisa que eu fiz bastante em São Paulo e na praia – saudade dos meus bares, das minhas festas e mais do que tudo, das minhas pessoas.

Viajar é bom, sempre volto com vontade de escrever. O caderninho roxo que eu ganhei no Natal já tem uns textos e anotações. Depois eu conto do caderninho roxo. Só queria dizer que eu voltei e que eu gosto de voltar.

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Uma resposta »

  1. Lindo texto, Marina! Também penso como você: adoro viajar, passear, conhecer novos lugares, novas pessoas, novas culturas… mas, indiscutivelmente, adoro voltar para casa, meu ninho, meu refúgio… e ainda acrescento no ditado de seu avô: Minha casa, minha brasa, me abraça!!! Beijos.

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